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Complexo Viário, a obra mais IMPORTANTE e a mais difícil

Há muitos anos os motoristas de Várzea Paulista reclamavam do trânsito na avenida Fernão Dias Paes Leme, ironicamente na rotatória próxima da Prefeitura. Ali, nos horários de pico, os congestionamentos eram constantes. Nem o viaduto dos Emancipadores, construído na última gestão de Clemente Manoel de Almeida, dava conta do recado. A solução seria custosa e demorada: um outro viaduto, agora ligando o bairro Ponte Seca à avenida Duque de Caxias, perto do jardim Promeca, sobre a linha férrea. Pelos detalhes, valores, paralisações e projetos revisados, esta é a obra mais importante dos dois mandatos de Juvenal Rossi.



Confira a ordem cronológica da construção do Complexo Viário Hermínia Fragas Cantareira(Ponte Seca) e veja como foi difícil transpor a linha do trem para melhor o trânsito e dar opções aos motoristas:



22 de maio de 2014 - O prefeito Juvenal Rossi assina, no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo, vários convênios com o Governo do Estado. Um deles, de R$ 2,5 milhões são destinados à obra do viaduto. Na época, o prefeito disse que a construção mudaria o cotidiano da população. "Com esse viaduto vamos melhorar o trânsito, atrair novos investimentos e gerar mais empregos. Essa é uma grande conquista para Várzea Paulista", conclui.



12 de novembro de 2014 - A Prefeitura de Várzea anuncia que as obras começariam em 30 dias.



3 de dezembro de 2014 - Enfim, as obras são iniciadas. O terreno começa a ser limpo. Técnicos iniciam as medições.



2 de fevereiro de 2015 - O terreno que receberia o viaduto recebe sondagem. O objetivo é analisar a resistência do solo.



20 de maio de 2015 - Começam os preparativos para a drenagem do terreno que irá suportar o viaduto. O trabalho é feito em duas frentes: na rua Manoel Dias Ruivo, uma das vias de acesso à obra principal, e trabalhos preparativos para a construção de taludes das alças de acesso ao novo viaduto.



22 de janeiro de 2016 - À espera da liberação da ANTT, a Agência Nacional de Transportes Terrestres, a obra fica parada. A ANTT permitir que os operários entrassem num trecho do terreno que pertence à MRS Logística. Isto era necessário para a construção das vigas.



26 de abril de 2016 - Em ritmo acelerado, o futuro viaduto ganha um muro de sustentação de alça de acesso.



04 de outubro de 2016 - Por questões burocráticas, os trabalhos foram suspensos. Técnicos da CPTM tiveram de aprovar o projeto da instalação elétrica da ferrovia. Com a aprovação deles, as obras são retomadas. Toda parte elétrica do viaduto é subterrânea.



7 de março de 2017 - Após autorização do Ministério dos Transportes, a Prefeitura passa a gerenciar a construção das bases das primeiras quatro vigas de sustentação localizadas bem perto da Marginal do Rio Jundiaí.



11 de abril de 2017 - Novas vigas de sustentação passam a ser preparadas pelos operários.



25 de julho de 2017 - O prefeito Juvenal Rossi vistoria a construção. É divulgado que os trabalhos estão acelerados. Naquela ocasião já tinham sido aplicados mais de 6 mil m² de aterro compactado, 15 estacas-raiz já tinha sido executadas e todas peças pré-moldadas estava prontas. O viaduto começava a ganhar uma cara.



29 de julho de 2017 - Os alicerces começam a ser preparados.



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07 de novembro de 2017 - Mais uma vez em São Paulo, o prefeito Juvenal Rossi consegue mais recursos para o Complexo Viário. Duas linhas de crédito são concedidas pela Desenvolve SP nos valores de R$ 1.696 milhão e R$ 700 mil. Na ocasião, a diretora de Convênios da Prefeitura, Elizelma Cacere, informou que Várzea Paulista só conseguiu as verbas por ser considera adimplente (boa pagadora) pela Secretaria de Tesouro Nacional, do Ministério da Fazenda.



BUROCRACIA ATRASA ENTREGA DO VIADUTO EM TRÊS ANOS



11 de fevereiro de 2018 - O momento mais emblemático da construção do viaduto: o içamento das vigas e pré-lajes que ocorreu durante todo o dia e parte da noite. As atividades das estações de trem de Várzea e Jundiaí foram suspensas naquele dia.



4 de maio - O prefeito visita as obras mais uma vez. Ele afirma que a construção, "passando pela linha férrea, faz do viaduto um patrimônio municipal".

http://www.jundiagora.com.br/complexo-viario-obra-mais-importante-e-mais-dificil/